sábado, 19 de outubro de 2013

viro vítima dos meus próprios atos.
eles me perseguem, me aprisionam dentro de mim mesma.

eu me lanço.
chego, entro sem bater.
para mais tarde,
pára mais tarde,
muito mais tarde...

a sorte, e a cara de pau,
me permitirem que você se permita.
desculpas necessárias.
meus demônios não me permitem.

há culpa
a culpa
de que lado
de que jeito

suspiro independente segura e libera o meu ar.
discorro por alto minhas atitudes, percebo que não são recíprocas aos meus desejos.
compasso em descompasso com ritmo percebido.

até onde sou capaz de me privar das minhas sensações?
até onde vou para satisfazer as deles.
uma fuga agora cairia como uma aliança,
adorno com diversos significados.

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